Os sites mais incríveis criados em consequência da pandemia da COVID-19

Confira quais sites e plataformas incríveis foram criados em consequência da pandemia causada pela doença COVID-19, como solução tecnológica para os problemas causados por ela

No começo de 2020, o mundo inteiro foi atingido por uma pandemia causada pela nova mutação do coronavírus e, desde então, vê-se esforços de todos os lados para tentar barrar os efeitos dessa doença, pensando em soluções tecnológicas para combater os problemas gerados por ela.

Um exemplo desses esforços, é a Agência de Inovação da Unicamp que, em março deste ano, abriu uma chamada para cases de startups que tivessem soluções prontas, em desenvolvimento ou adaptáveis e que pudessem aliviar os problemas relacionados ao coronavírus.

O propósito dessa chamada era conhecer quais possíveis soluções as startups têm, divulgá-las e conectá-las com as pessoas ou entidades que estão empenhadas, enfrentando esses problemas causados pelo coronavírus diretamente.

O governo do Amapá também lançou, em abril, um programa para financiar projetos de desenvolvimento de soluções tecnológicas que possam ajudar no setor econômico, que foi afetado pela COVID-19.

No total, foram investidos 60 mil reais de recursos do governo do estado do Amapá para esse programa. Serão contratadas duas propostas de projetos com valor de até R$ 30 mil e com o prazo de execução para até 90 dias cada.

Soluções em tecnologia

O país mais digital do mundo, a Estônia, organizou um hackathon virtual, maratona de programação, que influenciou outros países a fazerem a mesma coisa. Esse evento inicial teve a duração de 48 horas e contou com o apoio do governo do país. A ideia era separar as 5 melhores ideias e financiá-las com 5 mil euros.

Share One Force

Uma ideia que surgiu no hackathon, foi o Share One Force. Uma plataforma gratuita que conecta empresas, que estão precisando de força de trabalho temporária, com funcionários que, por conta da crise, estão desocupados. O site foi lançado em março e conta com apoio do Fundo de Seguro-Desemprego da Estônia.

Essa plataforma pode ser capaz de conectar, por exemplo, hotéis cujos colaboradores estão desempregados com companhias de delivery cujos funcionários estão com uma demanda muita alta de tarefas.

Anjo Amigo

Essa plataforma funciona como uma rede colaborativa de apoio entre idosos com mais de 60 anos e “anjos amigos”, via site e aplicativo. Ela vai promover conexão, monitoramento, auxílio, informação e tratamento dos idosos que estão em situação de isolamento social devido ao vírus.

Dynamic Covid Tracking

Essa plataforma serve para alertar aglomerações em tempo real com base em geolocalização e classificações de fatores de risco. Ela vai ser capaz de definir o grau de risco de contaminação a partir do cruzamento de dados históricos do fluxo de pessoas confirmadas com o vírus. O responsável é a empresa Dycovid.

Coronabot

Também surgindo a partir do hackathon na Estônia, esse site do governo é um chatbot, assistente virtual, capaz de responder perguntas sobre o coronavírus. Ele até entende gírias, sendo ótimo para as pessoas mais jovens usarem.

Dessa forma, as redes telefônicas ficam livres para a população idosa que ainda não tem o costume de usar chatbots e outras tecnologias do tipo, assim todos conseguem ter acesso à informação sem pânico.

No final de março, ocorreu uma alternativa ligada ao hackathon estoniano no Brasil, com foco em ajudar pequenas empresas, microempreendedores e startups a sobreviverem em meio a crise econômica gerada pelo vírus. 

A versão brasileira chamava MegaHack Covid-19 e teve cerca de 2.500 participantes on-line. Não houve apoio financeiro, mas eles vão buscar esse tipo de auxílio para a segunda etapa, a partir da escolha de quais projetos forem mais praticáveis.

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